Era comum
Aquele olhar
Que tudo avistavaO deteriorar das horas
Consumidas pelo tempo
Lhe mostrava
O antes
O depois...
Num movimento
Quase que ligeiro
Aproximou-se da janela
Viu a noite
De perto
Era chegado o momento
Da liberdade
Da quebra
Os resistentes grilhões
Seriam partidos
E dela
A poesia se aproximava
E quantas vidas ela tivesse
Saberia
Que dela precisava
Para a paz
Para a alegria
Preenchendo aquele vazio
Que pelas horas
Que pelo tempo
Deveria ser consumido...
Ela renascia...
Ana Gomes
"Para a paz
ResponderExcluirPara a alegria
Preenchendo aquele vazio"
Todos precisamos de algo para nos libertarmos...
Uns da noite, outros da escrita, outros de música... Ou tudo isso misturado.
Um beijo, Ana.
Beijo pra vc minha AMIGA... so agora vejo o teu comentário... somos tudo isso misturado...
ResponderExcluir